GUIA DE GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NO LINUX (DEBIAN)

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1. Entendendo o comando.  O comando sudo du -hsc /* | sort -h faz o se guinte: du : (Disk Usage) Calcula o uso do disco. -h : (Human Readable) Mostra em KB, MB, GB. -s : (Summary) Exibe apenas o total de cada pasta, sem listar cada subarquivo. -c : (Total) Cria uma linha de "total" no final. /* : Analisa todas as pastas a partir da raiz. sort -h : Coloca os resultados em ordem crescente de tamanho. 2. Por que aparecem erros de "Arquivo inexistente" ou "Permissão negada"? Isso acontece geralmente com as pastas /proc , /sys e /run . Elas não são pastas reais no HD; são "sistemas de arquivos virtuais" criados pelo Kernel na memória RAM. Como os processos mudam a cada milissegundo, o arquivo existe quando o du começa a ler, mas desaparece antes dele terminar. Pode ignorar esses erros sem medo. 3. Onde os arquivos costumam se esconder (Caminhos Comuns) /home: Arquivos pessoais (Documentos, Vídeos, Downloads) e caches de navegadores. /var/log: Re...

Ainda sobre Proatividade... Zeloso ou negligente ?



Melhora IMEDIATA de performance !!! Às vezes apenas desligar e ligar resolve.

Uma simples reinicialização no computador pode resolver muitos problemas de lentidão e travamentos, quando o micro permanece ligado durante muito tempo, muitos programas e muitas janelas são abertas durante o dia, travamentos começam a ocorrer e a reinicialização pode zerar muitos desses problemas.



Nos tempos atuais,  patrões, clientes,  filhos, as pessoas em geral querem tudo para ontem. Geração miojo, tudo em três minutos.. E não é só isso, além da ação imediata, exigem também eficiência e eficácia nessas realizações. Quanto a nós, precisamos dar um jeito de equilibrar essa receita de doce com salgado. Sim, porque muitas vezes dependendo do contexto, a eficiência pode minar a eficácia. É preciso muito equilíbrio para andar com uma em cada mão sem desviar o foco.

 Se nos preocupamos com detalhes e riscos, podemos ser taxados de exagerados, burocratas ou pessimistas, porém se somos entusiasmados e otimistas e depois algo dá errado, podemos ser rotulados como irresponsáveis ou negligentes. O que fazer ? É melhor o projeto sair atrasado, porém sem falhas graças ao tempo disponibilizado na construção do mesmo ou é melhor o projeto sair adiantado e com alguns erros derivados da falta de tempo provocada pela exigência da antecipação do prazo ?

 O ideal nem sempre possível é: Entregar o projeto no prazo correto e livre de falhas. Isso é possível quando possuímos as ferramentas certas e necessárias, aliadas ao conhecimento de causa. O "contexto momentâneo" é quem decide a ação a ser adotada. Sim, dependendo do contexto pode ser melhor atrasar, pode ser melhor adiantar, mas entregar no prazo é sempre o coringa da jogada. Um exemplo de contexto em que é conveniente atrasar a entrega de um projeto, (uma reunião mensal por exemplo) seria o atraso do patrão para a reunião mensal, se bem que é uma situação que refletirá mal para a imagem dele e da empresa. Outro exemplo de contexto em que o adiantamento seria válido seria quando todos os participantes chegaram adiantados.

Pode haver reclamação se uma reunião começar adiantada ou atrasada, mas se ela começar no horário britanicamente correto, a pessoa que chegou meia hora adiantada ou atrasada NÃO pode se queixar.

Os nossos superiores exigem proatividade, acho esta palavra muito atraente, ela significa "ação por antecipação, capacidade de agir, capacidade de fazer, capacidade de realizar,característica de um bom profissional,dinamismo autônomo",

Muitas vezes a ação por antecipação pode ser "não agir naquele momento", sim proatividade não é apenas agir, mas agir no momento certo.

Porém.... conheço exemplos de ações de alguns colaboradores que movidos pelas recomendações dos seus superiores agiram na melhor das intenções em prol da empresa. Mas nem sempre as ações proativas são suficientes para debelar consequências negativas. E quando a ação proativa não produz os benefícios esperados, ela pode ser vista como negligência, imprudência e imperícia.

Leia esse caso:

Diferença entre Negligência, Imprudência e Imperícia

Postado por: Editor NJ \ 8 de julho de 2013 \ 48 comentários
Em 2007, um senhorzinho de 90 anos foi fazer implantes em um cirurgião-dentista na Flórida (EUA).  Durante o procedimento, o dentista, acidentalmente, deixou cair uma chave digital de implante odontológico, na garganta do paciente. Na ocasião, a minichave entrou pelo esôfago e o tal senhorzinho precisou de uma colonoscopia para retirá-lo de seu intestino grosso.

Apesar do ocorrido, o obstinado vovozinho continuou o tratamento com o mesmo dentista. Surpreendentemente, o cirurgião-dentista voltou a derrubar a chave digital pela garganta do idoso. Desta vez, o objeto foi para a traquéia, seguindo para o pulmão. O azarado paciente ficou internado por 50 dias e morreu devido às complicações causadas pela cirurgia de retirada do objeto.

Abalado, o dentista não praticou Odontologia desde o ocorrido e acabou por vender seu consultório em 2009. O profissional foi multado em US$ 17 mil pelo Board of Dentistry. O Florida Department of Health ainda iniciou uma investigação por negligência e o cirurgião-dentista teve de pagar US$ 10 mil pelos custos do inquérito. Esse ano, espontaneamente, o dentista trapalhão cancelou a sua licença e deixou de ser dentista.

O dentista da história foi investigado por negligência. Mas, será que o tal profissional foi somente negligente? Talvez, ele não soubesse utilizar o instrumento com destreza ou utilizava a chave digital de maneira intempestiva e sem os devidos cuidados...

Então, Você sabe qual é diferença de Negligência, Imprudência e Imperícia?

Esses três termos podem ser classificados como modalidades de culpa. É comum ouvirmos falar em negligência, imprudência e imperícia em casos de erro médico, acidentes de trânsito, acidentes com armas de fogo, entre outros tantos.

Negligência:

Na negligência, alguém deixa de tomar uma atitude ou apresentar conduta que era esperada para a situação. Age com descuido, indiferença ou desatenção, não tomando as devidas precauções.

Imprudência: 

A imprudência, por sua vez, pressupõe uma ação precipitada e sem cautela. A pessoa não deixa de fazer algo, não é uma conduta omissiva como a negligência. Na imprudência, ela age, mas toma uma atitude diversa da esperada.

Imperícia: 

Para que seja configurada a imperícia é necessário constatar a inaptidão, ignorância, falta de qualificação técnica, teórica ou prática, ou ausência de conhecimentos elementares e básicos da profissão. Um médico sem habilitação em cirurgia plástica que realize uma operação e cause deformidade em alguém pode ser acusado de imperícia.

Resumindo:

1) negligência: desleixo, descuido, desatenção, menosprezo, indolência, omissão ou inobservância do dever, em realizar determinado procedimento, com as precauções necessárias;

2) imperícia: falta de técnica necessária para realização de certa atividade;

3) imprudência: falta de cautela, de cuidado, é mais que falta de atenção, é a imprevidência a cerca do mal, que se deveria prever, porém, não previu.

Então, qual será que foi a ação desse dentista norte-americano?

Fonte: Nação Jurídica

Acho importante ser proativo, porém as empresas que incentivam a proatividade devem ter em mente o intuito positivo da parte do colaborador. Mas se a ação proativa não produziu o resultado esperado, isso deve ser avaliado e servir como ferramenta para sucessos futuros.

Somente o diálogo aberto e maduro entre todos os atores envolvidos será capaz de dar as respostas que a empresa necessita.



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