GUIA DE GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NO LINUX (DEBIAN)

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1. Entendendo o comando.  O comando sudo du -hsc /* | sort -h faz o se guinte: du : (Disk Usage) Calcula o uso do disco. -h : (Human Readable) Mostra em KB, MB, GB. -s : (Summary) Exibe apenas o total de cada pasta, sem listar cada subarquivo. -c : (Total) Cria uma linha de "total" no final. /* : Analisa todas as pastas a partir da raiz. sort -h : Coloca os resultados em ordem crescente de tamanho. 2. Por que aparecem erros de "Arquivo inexistente" ou "Permissão negada"? Isso acontece geralmente com as pastas /proc , /sys e /run . Elas não são pastas reais no HD; são "sistemas de arquivos virtuais" criados pelo Kernel na memória RAM. Como os processos mudam a cada milissegundo, o arquivo existe quando o du começa a ler, mas desaparece antes dele terminar. Pode ignorar esses erros sem medo. 3. Onde os arquivos costumam se esconder (Caminhos Comuns) /home: Arquivos pessoais (Documentos, Vídeos, Downloads) e caches de navegadores. /var/log: Re...

O jumento de Roland

Que me perdoem (eles não vão perdoar) os críticos de arte, cinema, literatura... mas seu papel sempre me pareceu um pouco cruel, ajuízam e julgam o trabalho de outros podendo afundar na miséria. Sempre me perguntei que se tanto sabem e entendem por que não fazem e nos deleitam com suas obras de arte? "Entendidos" que são, não é incomum que se equivoquem ao fazer alguma resenha crítica a respeito de um trabalho, Pois foi isso que aconteceu com o quadro "Coucher de soleil sul l'Adriatique".


Críticos de arte enganados por um burro

Corria o ano de 1910 e a exposição O Salão dos Independentes, organizada anualmente em Paris pela Sociedade dos Artistas Independentes, exibia uma obra que chamou a atenção dos críticos e que todos elogiaram ao extremo. O nome do quadro era "Coucher de soleil sul l'Adriatique" (Por de sol no Adriático) supostamente pintado por um genovês, completamente desconhecido, chamado Joachim-Raphaël Boronali.



No final da exposição, quando o quadro se tornara um grande sucesso de crítica e Boronali era aclamado pelos críticos de arte, o escritor Roland Dorgelés apresentou-se na sede do jornal Le Matin para revelar a identidade de Boronali: era um burro chamado Lolo.

Dorgelés e alguns amigos levaram o burro a uma casa abandonada onde amarraram pincéis no seu rabo e estimulavam o animal a balançá-lo de lá pra cá de forma a pincelar uma tela providencialmente colocada atrás do animal. Ademais Boronali é um anagrama de Aliboron, um dos nomes dados ao burro na Idade Média.

O burrico Lolo


Apesar da patacoada, a obra foi ainda vendida por 400 francos, uma pequena fortuna para a época, que foram doados a um orfanato e hoje faz parte da coleção permanente do espaço cultural Paul Bedu em Milly-la-Forêt. Muitos críticos permaneceram calados durante aquela temporada.


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