GUIA DE GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NO LINUX (DEBIAN)

Imagem
1. Entendendo o comando.  O comando sudo du -hsc /* | sort -h faz o se guinte: du : (Disk Usage) Calcula o uso do disco. -h : (Human Readable) Mostra em KB, MB, GB. -s : (Summary) Exibe apenas o total de cada pasta, sem listar cada subarquivo. -c : (Total) Cria uma linha de "total" no final. /* : Analisa todas as pastas a partir da raiz. sort -h : Coloca os resultados em ordem crescente de tamanho. 2. Por que aparecem erros de "Arquivo inexistente" ou "Permissão negada"? Isso acontece geralmente com as pastas /proc , /sys e /run . Elas não são pastas reais no HD; são "sistemas de arquivos virtuais" criados pelo Kernel na memória RAM. Como os processos mudam a cada milissegundo, o arquivo existe quando o du começa a ler, mas desaparece antes dele terminar. Pode ignorar esses erros sem medo. 3. Onde os arquivos costumam se esconder (Caminhos Comuns) /home: Arquivos pessoais (Documentos, Vídeos, Downloads) e caches de navegadores. /var/log: Re...

Bicho de sete cabeças



O que muitos pais estão fazendo com algumas crianças curiosas por algum motivo quanto a sua sexualidade, condenando-as à condição de transgêneras pode ser um bicho de sete cabeças.

No filme "Bicho de sete cabeças, inspirado no livro "O canto dos malditos", baseado na história real de Austregésilo Carrano Bueno. Neto, um adolescente é flagrado pelo pai, portando um cigarro de maconha no bolso. O pai então julga que seu filho já é um "viciado em drogas" e por isso necessita de tratamento psiquiátrico.




A expressão popular "bicho de sete cabeças", remete ao significado de "exagero, tempestade em copo d'água, preocupação exacerbada, coisa complicada".

No filme, o pai de Austregésilo interna seu filho em uma instituição psiquiátrica administrada pelo Estado (manicômio), sem ao menos antes disso, tentar dialogar ou se empenhar em uma forma digamos, mais familiar de resolver o problema do filho, ou até mesmo descobrir se realmente existe um "problema" de vício em drogas através de exames médicos toxicológicos. A impressão que fica é que o pai faz do "aparente" problema do filho, que poderia ser de uma dimensão totalmente tratável no nível familiar, um "Bicho de sete cabeças".

O pai decide então transferir o "problema" do filho - por vergonha ou por conveniência não sei ao certo - para as mãos do Estado. Estado este,  incompetente até mesmo para cuidar de questões bem menores do que a saúde da população.

O resultado da internação de Neto foi a intensificação da suposta dependência do jovem, pois no convívio com internos portadores de transtornos muito mais sérios e reais do que os dele, seu suposto "problema" foi ampliado, ou o que talvez nem fosse problema, passou a ser.

Assim como jovens podem experimentar algum tipo de droga ilícita em algum momento de sua mocidade, seja por mera curiosidade, influências de amigos ou da mídia, e apesar disso não se tornarem viciados ou compulsivos, muitos desses jovens podem passar também por algum tipo de experiência homossexual pelos mesmo motivos e mesmo assim não se tornarem homossexuais ou "transgêneros". Pode muito bem se tratar de uma experiência passageira, movida pela curiosidade, pela vontade de ser aceito pelo grupo ou por ser a tendência do momento.

Os pais e responsáveis devem estar atentos e dispostos a primeiramente um bom diálogo familiar para avaliar cada caso. Como Família, devemos mostrar aos filhos diversos pontos de vista, inclusive aquilo que é natural ou o mais comum.

O que não devemos fazer é agir como o pai de Austregésilo, lavar as mãos e deixar que o Estado, a mídia ou os ditos "politicamente corretos" - que por vezes não passam de tentáculos ocultos de ideologias radicais - configure as mentes jovens ainda em fase de moldagem e aptas a receberem toda informação que existe ao redor.

Existe necessidade de que TODA informação e não apenas PARTE 
dela, ou seja, a informação inteira, sem antes ser "batizada", deve chegar ao conhecimento dos jovens e crianças, essa informação deve chegar com segurança, respeito e verdade. 

Pois atualmente, uma militância radical de certos grupos, têm batizado a informação pública, da mesma forma que bandidos e pedófilos batizam a bebida de suas vítimas no intuito de deixá-las indefesas para com isso dominar, roubar e destruir.

    Quem melhor para levar informações autênticas e verdadeiras do que aqueles que os amam de verdade e que cuidam deles mesmo quando estes os decepcionam? 

A família na maioria das vezes é a mais confiável. Pode não ser perfeita, mas é onde temos maior chance de acharmos ajuda descompromissada de interesses ocultos.

    Bicho de sete cabeças é a generalização das ideias, é o pré-conceito de julgar uma causa apenas em função do que você "enxerga" divulgado na mídia. 

A voz de um povo refém da falta de educação e de informação verdadeira nem sempre é a voz de Deus.

Não abordei aqui tudo que queria, nem falei tudo que pensava, mas fico por aqui por enquanto.










Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Windows 10 - Erro ao inicializar Erro ao inicializar o Media Creation Tool

Marca da Web (Mark-of-the-Web - MOTW): Entenda o Recurso de Segurança Silencioso do Windows

Como Verificar o Tipo de Memória RAM em Linux: Um Guia Técnico e de Diagnóstico