GUIA DE GERENCIAMENTO DE ESPAÇO NO LINUX (DEBIAN)

Imagem
1. Entendendo o comando.  O comando sudo du -hsc /* | sort -h faz o se guinte: du : (Disk Usage) Calcula o uso do disco. -h : (Human Readable) Mostra em KB, MB, GB. -s : (Summary) Exibe apenas o total de cada pasta, sem listar cada subarquivo. -c : (Total) Cria uma linha de "total" no final. /* : Analisa todas as pastas a partir da raiz. sort -h : Coloca os resultados em ordem crescente de tamanho. 2. Por que aparecem erros de "Arquivo inexistente" ou "Permissão negada"? Isso acontece geralmente com as pastas /proc , /sys e /run . Elas não são pastas reais no HD; são "sistemas de arquivos virtuais" criados pelo Kernel na memória RAM. Como os processos mudam a cada milissegundo, o arquivo existe quando o du começa a ler, mas desaparece antes dele terminar. Pode ignorar esses erros sem medo. 3. Onde os arquivos costumam se esconder (Caminhos Comuns) /home: Arquivos pessoais (Documentos, Vídeos, Downloads) e caches de navegadores. /var/log: Re...

Funcionária de creche alega que estava dando banho em garoto com autismo em Uberaba

    20/12/2022 11h18 Atualizado 20/12/2022

     __________________________________________________________________

   1 de 1 Funcionária de creche alega que estava dando banho em garoto com

   autismo em Uberaba — Foto: Reprodução


   Funcionária de creche alega que estava dando banho em garoto com

   autismo em Uberaba — Foto: Reprodução


   Uma professora foi conduzida à delegacia após ser flagrada jogando água

   de um balde em uma criança autista no Centro Municipal de Educação

   Infantil (Cemei) Integração, em Uberaba. A situação, registrada em

   vídeo (veja abaixo), na tarde de segunda-feira (19), é apurada pela

   Prefeitura.


   Segundo a Polícia Militar (PM), o vídeo foi gravado por uma testemunha

   que contou que ouviu por vários dias um choro vindo da creche, que

   parecia ser sempre da mesma criança. A professora disse para a PM que o

   menino estava em crise e que estava dando banho nele para acalmá-lo.


   O g1 entrou em contato com a Polícia Civil para saber se o caso é

   apurado, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.


Relato dos pais


   O pai contou aos militares que buscou o filho na escola, mas ficou

   sabendo só depois do caso, quando a ex-mulher, mãe do menino, mostrou

   para ele o vídeo. Em seguida, ele voltou para o Cemei e mostrou o vídeo

   para a diretora, que prometeu averiguar o ocorrido.


   O homem disse que, por diversas vezes, o filho chegou da escola com

   alguns hematomas pelo corpo, sendo que a maioria era descrita em um

   relatório, porém, às vezes, havia mais do que o registrado.


   A mãe explicou que ficou sabendo da situação após a testemunha que

   gravou o vídeo procurá-la para mostrar as imagens.


   Segundo ela, é comum o menino sair da creche “bastante nervoso,

   irritado e com hematomas". A mulher completou que, devido ao autismo, o

   filho apresenta crises nervosas e que, para acalmá-lo, o abraça e dá um

   banho quente – informação que foi repassada para as funcionárias do

   Cemei.


Relato da profissional


   À PM, a professora que aparece no vídeo disse que o menino é muito

   nervoso e agressivo e que, diversas vezes, fica machucada durante as

   crises dele, mas que “nunca ou em hipótese alguma faria algo para

   machucá-lo”.


   Sobre o ocorrido, ela relatou que o menino estava bastante agitado e,

   no momento de dormir, estava em crise e se recusou a deitar.


   A professora disse que tentou deitar com ele, mas não conseguiu e,

   durante esse processo, ele acabou urinando. A profissional foi procurar

   roupas na bolsa dele, mas não encontrou.


   A funcionária afirmou que levou a criança para a área externa do Cemei

   para dar banho nele e acalmá-lo. Ela explicou que não dá banho nele no

   banheiro, pois tem medo que ele quebre o vidro do box e fique ferido de

   forma mais grave.


O que diz a diretora e a Prefeitura


   A diretora disse que, na segunda-feira, o remédio do menino não foi

   dado no horário certo, pois não havia medicamento na mochila dele.


   O pai afirmou que se esqueceu de deixar em um primeiro momento, mas

   voltou mais tarde, após ser solicitado, para deixar o remédio.


   Para a PM, a diretora ainda contou que há vários casos de crianças com

   autismo na unidade e que o menino envolvido da história tem o caso mais

   severo.


   Além disso, ela firmou que sempre avisa os pais em caso de crises e

   tira fotos para registrar os hematomas.


   A Secretaria de Educação de Uberaba afirmou em nota que apura a

   denúncia de maus-tratos.


     "O titular da Pasta, secretário Celso Neto, esteve no local e

     colocou a Semed à disposição da família do aluno. Procedimento será

     aberto para adoção das medidas administrativas cabíveis".

 Fonte: G1

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Windows 10 - Erro ao inicializar Erro ao inicializar o Media Creation Tool

Marca da Web (Mark-of-the-Web - MOTW): Entenda o Recurso de Segurança Silencioso do Windows

Como Verificar o Tipo de Memória RAM em Linux: Um Guia Técnico e de Diagnóstico